Campanha Fique Sabendo tem sua 12ª edição entre 1º e 7 de dezembro

Atividades são direcionadas ao enfrentamento do HIV/Aids e outras ISTs

Indaiatuba vai participar da 12º Campanha Fique Sabendo 2019. As ações ocorrem de 1º a 7 de dezembro, com o tema “Tome uma atitude: Troque preconceito por respeito”. A campanha faz parte do Dezembro Vermelho, que visa estimular a população sexualmente ativa e que nunca realizou nenhum exame para conhecer sua situação sorológica, a realizar a testagem para o HIV, sífilis e Hhpatites B e C, destacando a importância do diagnóstico precoce destes agravos.

As ações de testagem serão em conjunto com a rede de Atenção Básica. Durante a primeira semana de dezembro, todas as Unidades de Saúde, das 8h às 16h, estarão ofertando os testes rápidos para o HIV, sífilis, hepatite B e C. No SAE – Serviço de Atendimento Especializado, que fica no Hospital Dia, o horário será das 8h ás 16h30.

Uma ação externa será realizada no domingo (1º), no Parque Ecológico, de 14h às 19h, com o apoio do Carro - CTA Itinerante do Programa de IST/HIV/AIDS/HV. 

O Dia Mundial de Luta Contra a AIDS é 1º de dezembro, mas no Brasil desde 2017 através da Lei 13.504/2017, se instituiu o Dezembro Vermelho, onde se trabalha a prevenção das ISTs. A campanha compõe as ações do cumprimento de metas, proposta pela UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) para a Erradicação do HIV/AIDS como pandemia mundial. Promover o acesso aos testes rápidos, ampliar o número de pessoas que conheçam seu status sorológico, vincular o portador à referência e ofertar o tratamento imediatamente após o diagnóstico é parte essencial do enfrentamento da epidemia da AIDS.

O HIV/AIDS é uma doença de transmissão sexual que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais (oral, anal e vaginal) desprotegidas (sem uso da camisinha), pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção.