Governo do Estado prorroga fase de transição por mais uma semana

O novo período de validade da medida começa neste sábado - Dia do Trabalho - e vai até 9 de maio

Por Patrícia Lisboa

O governo do Estado de São Paulo prorrogou a fase de transição do Plano São Paulo, por mais uma semana. O novo período de validade da medida começa neste sábado (1º/5) – Dia do Trabalho – e vai até 9 de maio, mas terá ampliação de horário de funcionamento das atividades não essenciais. A medida atende a recomendação do Centro de Contingência da Covid-19 do Estado.

“Com a melhora dos indicadores de casos, internações e óbitos, será possível estender o horário de funcionamento dos setores de serviços e do comércio, das 6h às 20h. Damos, assim, a continuidade gradual e segura de abertura da economia do Estado de São Paulo, para recuperar empregos e dar oportunidade aos brasileiros de terem acesso à renda, ao salário, à dignidade nas suas vidas”, anunciou o governador João Doria (PSDB).

No momento, o horário estabelecido pelo governo estadual para as atividades não essenciais é das 11h às 19h.

Em Indaiatuba, porém, a prefeitura permite o funcionamento das atividades não essenciais em horário diferenciado – das 6h às 19h – desde o dia 19 deste mês, por meio de decreto assinado pelo prefeito Nilson Gaspar (MDB).

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, disse que conta muito com o apoio dos prefeitos nesse processo de reabertura e explicou que todas as atividades podem funcionar entre 6h e 20h, respeitando os protocolos sanitários e com limite de 25% da capacidade.

Patrícia também informou que o toque de recolher, das 20h às 5h, é um ponto defendido pelos especialistas e será mantido nessa revisão da fase de transição. “Quando conseguimos reduzir a circulação de pessoas nesse horário, nós conseguimos ter uma redução muito importante da taxa de transmissão do coronavírus. A redução de leitos de UTI ocupados é de mais ou menos 1% por semana”, justificou a secretária.

Também está mantida a orientação para o teletrabalho de atividades administrativas não essenciais e para o escalonamento de horário na entrada e saída das atividades do comércio, serviços e indústrias.